A HISTÓRIA DO CARTÃO POSTAL
Em 1865, no seio do Império Austro-Húngaro,
Heinrich von Stephan teve um
insight que revolucionou a história das comunicações - e as comunicações da história. Numa confidência a um amigo, ele apresentou a idéia do que viria a ser o cartão postal.

Quatro anos mais tarde, precisamente aos 29 de janeiro de 1869, seu confitente (não confunda com confidente)
Emmanuel Hermann, um austro-húngaro professor de Economia Política na Academia
Wiener Neustad teve uma carta sua publicada no
Die Neue Freie Presse, onde ele propunha uma nova forma de correspondência postal: um simples cartão, sem envelope e sem privacidade.
Semente certa lançada na época certa e no terreno certo. Germinou a termo e rendeu, ao 1º de outubro de 1869, a legislação que institucionalizou o cartão postal, por determinação de
de Marly (diretor da Administração dos Correios da Áustria).
E assim foi instituído o cartão postal, no qual (nesse primeiro momento) um lado seria destinado à mensagem e o outro destinado ao endereço do destinatário e espaço para a selagem. Porém o aspecto gráfico dessa forma de correspondência não durou muito.

Foi na França que, graças ao livreiro
Léon Besnardeau, começaram a ser ilustrados. Posteriormente, com o advento da fotografia, as fotos predominaram de modo quase que absoluto.
No Brasil o cartão postal foi institucionalizado através do Decreto nº 7.695, de 28 de abril de 1880.
A importância dos cartões postais, em termos de registro histórico, é inequívoco e bastante utilizado por arquitetos e urbanistas para registrar a evolução das cidades. Daí a razão do presente tópico, eis que, através dos postais vemos como o fonógrafo e o gramofone foram introduzidos em nossa sociedade.
Clicando nos botões pretos à esquerda e no alto, abaixo do botão
cartões postais, poderão ser acessadas dezenas desses que se encontram em domínio público. Em desejando, imprima-os.
ODISSÉIA DO SOM